Coleta seletiva em condomínios



Você sabe como funciona a coleta seletiva em condomínios e por que ela é importante? Em muitos municípios e alguns estados, implementar essa prática é, além de uma ação sustentável, uma exigência legal à qual administradoras e síndicos devem ficar atentos. No post de hoje, você vai entender o que é a coleta seletiva e vai conferir algumas dicas de como começar a praticá-la nos condomínios. Continue lendo para saber mais! O que é coleta seletiva? A coleta seletiva em condomínios é a prática de recolher do lixo separando o que deve ser destinado à reciclagem (como plásticos e metais, por exemplo) do que será descartado, o que é o caso dos resíduos orgânicos. Para ser realizada, a coleta seletiva demanda a criação de espaços e recipientes específicos para cada tipo de resíduo, como metal, papel, plástico e vidro. Quanto à destinação do lixo armazenado nos recipientes do prédio, o condomínio pode contar com o serviço da própria prefeitura para fazer a coleta ou contratar uma empresa terceirizada para recolher os resíduos. Outra alternativa para fazer a coleta seletiva é recorrer aos PEVs (pontos de entrega voluntária). Mas, nesse caso, caberia aos moradores — ou aos funcionários do condomínio — se dirigir até esses espaços, o que torna esta opção inviável. Agora, uma dúvida muito comum entre as administradoras e os síndicos é se os condomínios são obrigados a realizar a coleta seletiva de lixo. A Lei Federal Nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), estabelece que a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos é compartilhada entre fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e serviço público. Não é de todo absurdo considerar os condomínios, como pessoas jurídicas que representam os consumidores, como parcialmente responsáveis, mas a verdade é que a lei não os menciona. No entanto, há leis municipais e estaduais que determinam regras específicas, como a Lei Nº 12.528/2007, que vigora no estado de São Paulo e obriga condomínios residenciais com, no mínimo, 50 habitações, a implantarem a coleta seletiva. Com ou sem exigência legal, porém, o ideal é que as administradoras e os síndicos ofereçam as condições adequadas para a coleta seletiva nos condomínios, permitindo separar os resíduos recicláveis (como vidro, plástico, metal, papel e plástico) de orgânicos (como restos de alimentos) e outros rejeitos (como pilhas e baterias). Assim, os moradores devem separar o lixo adequadamente em suas casas e levar os resíduos até os espaços estabelecidos no condomínio para esse fim.

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